Em sua página do facebook, o Conselho Nacional do Ministério Público publicou sobre a tramitação do PL 3722/12 destacando algumas diferenças entre a atual legislação e o que é proposto pelo PL em trâmite na Câmara:

Vale destacar que, ao dizer “O CNMP já se posicionou sobre o assunto em nota técnica aprovada pelo Plenário”, eles fazem referência à Nota Técnica nº 9, DE 14 DE JUNHO DE 2016 que diz claramente que o CNMP é contra a nova proposta, pois “a aprovação do projeto resultaria em excessiva flexibilização das exigências já consagradas para a aquisição e o porte de armas de fogo no país, implicando em consequências imprevisíveis para a segurança pública” e complementa, para nosso desespero, tamanho o absurdo, que “o PL nº 3.722/2012 comprometerá seriamente os esforços empreendidos por diversas instituições para “resguardar a segurança pública”“.

Eu não sei em que Brasil esse pessoal vive… provavelmente é num paralelo ao que vivemos hoje.

Como disse o Bene Barbosa em seu artigo entitulado “Rodrigo Janot: Uma pistola ao lado da cama e o desarmamento dos outros“, que trata sobre a declaração que Rodrigo Janot, presidente do CNMP, deu ao Washington Post, dizendo que “Durmo com uma pistola ao lado da cama. Ela possui três carregadores com 14 cartuchos cada um“.

Continua, “o problema começa quando o mesmo Rodrigo Janot Monteiro de Barros, que também exerce a função de presidente do Conselho Nacional do Ministério Público, assina uma nota técnica desta instituição dando apoio ao atual Estatuto do Desarmamento e colocando-se oficialmente contra a aprovação do PL 3722/12 de autoria do deputado Rogério Peninha que restitui ao cidadão ordeiro o direito à posse e ao porte de armas”.

É fácil ser contra o porte de armas quando se tem este direito garantido pelo Estatuto do Desarmamento (art. 6º, inc. XI), né?

Como eu costumo dizer, desarmamento no cu dos outros é refresco. Veja a nota completa:

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